Humildade – uma virtude importante em processos de mudança.

Humildade – uma virtude importante em processos de mudança.

palavra “humildade” é originária do grego antigo e sua fonte foge um pouco do conceito mais usual do termo. “Humildade”, do grego HUMUS, significa “terra”. O mesmo vocábulo da Antiga Grécia também deu origem às palavras “homem” e “humanidade”.

Ter humildade é assumir que alguma coisa merece ser mudada, que algo não está do jeito que almejei; é entender que a forma como agimos pode ser melhorada, sem culpa. Significa compreender que somos seres em evolução e que, em questão de segundos, nossa existência pode desaparecer e as coisas continuarão caminhando – talvez até melhor do que estavam com nossa participação.

Humildade é saber que, mesmo quando quero fazer tudo certo, erros acontecem, afinal somos humanos. Humildade é aceitar que, mesmo quando achamos que tudo está errado, existe algo maior do que eu, que sabe a melhor forma de desenvolver minhas competências. Humildade é reconhecer que nem todas as peças do grande quebra-cabeça da vida, estão em minhas mãos, embora seja de minha responsabilidade organizá-lo. Portanto, perguntar, pedir ajuda e escutar podem ser um bom caminho para encontrarmos peças importantes para nossa montagem.

Quando deixamos de lado essa virtude, abrimos espaço ao engenheiro de obra pronta. Ele pode habitar em cada um de nós, estimulando a síndrome do sabe-tudo que aflige muitas pessoas, boa parte delas até brilhantes, mas que pararam no tempo, presas a paradigmas e receitas prontas.

Porém, quando acolhemos essa virtude de forma autêntica dentro de nós, é libertador! É a liberdade de saber que o erro faz parte do aprendizado; que, mesmo quando aquela decisão parecia ser tão acertada e o resultado foi diferente do esperado, podemos dar um sentido positivo a esse resultado – e, com um pouco de sabedoria, extrair algum benefício das situações inusitadas da vida.

Então, se você me perguntasse por onde começar uma transformação, eu responderia: resgatando a humildade. Ela é uma das principiais senhas de acesso ao aprendiz, um dos melhores arquétipos para iniciarmos uma jornada de autoconhecimento.

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